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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

...retomando o ritmo!

Depois dos fantásticos acontecimentos dos últimos dias...e do animado e agradável convívio de ontem à noite na escola...hoje é um dia de "relax"...e assim vamos retomando o nosso ritmo com um renovado entusiasmado...:)


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Feeling like this...:)


...na antecipação da apresentação dos projetos vencedores do orçamento participativo 2013...é já amanhã...NÃO SE ESQUEÇAM!!!



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Bom fim de semana a todos!

E já passou um mês desde o início das aulas...esta música é, em especial, para todos os que ainda se sentem no topo de mundo!!!


terça-feira, 9 de abril de 2013

...continuação de boa semana!!!



vens ou ficas
esta cidade é só nossa
e a noite pede-nos um corpo
para continuar a viver

se vieres
vou esperar-te à estação
trarás contigo a razão
quem te ouve... e quem te vê

o encontro
será apenas o momento
no interior do pensamento
onde tudo se resolve

os segredos
são o centro de um incêndio
que arde com o silêncio
como outra noite qualquer

se me ouves
se recusas as palavras
transformamo-nos em nada ...
quase deixamos de ser

e as horas que se despedem devagar
que se afastam de ficar
que se aproximam de morrer

o que fomos
passa por nós na avenida
é um pedaço da nossa vida
que ainda quer sobreviver

vens ou ficas
eu vou estar a tua espera
por mais que a força não queira
seremos dois a decidir

João Pedro Pais

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Mostras na Biblioteca Nacional de Portugal


A Sala de Referência da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) acolhe neste momento duas mostras, com entrada livre.

A primeira, aberta até ao final do mês de fevereiro, é dedicada ao Prémio Pessoa 2012: Richard Zenith. Na ata da reunião do júri que lhe atribuiu o prémio, salienta-se o facto do autor – leitor BNP n.º 14475 – ter "posto o conhecimento acumulado ao longo de décadas ao serviço disciplinado e metódico de uma paixão". "Com lucidez, Richard Zenith é, não apenas um editor da obra pessoana, um explicador da heteronímia, mas também o grande tradutor da sua poética para a língua inglesa".

A segunda mostra, "O Livro de Jazz em Portugal – 90 anos de Swing nas Letras", patente até 22 de março, comemora a publicação, há precisamente 90 anos, da primeira edição do icónico livro A Idade do Jazz-Band. Por ocasião desta efeméride, a Biblioteca Nacional de Portugal apresenta, pela primeira vez, uma exposição integralmente dedicada ao jazz, reunindo os livros que ao longo dos últimos 90 anos (1923-2013) se publicaram em Portugal sobre este centenário género musical, abrangendo as vertentes de história, ensaio, crónica, biografia, fotografia, banda desenhada e ficção.



CIREP 
sec-geral.mec.pt

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Um dia feliz para todos!

Há palavras que nos beijam, e tornam mais fortes as nossas paixões!



[Trabalho feito por duas alunas da Ibn Mucana, para a disciplina de Português]


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quem me leva os meus fantasmas

Aquele era o tempo
Em que as mãos se fechavam
E nas noites brilhantes as palavras voavam,
Eu via que o céu me nascia dos dedos
E a Ursa Maior eram ferros acesos.
Marinheiros perdidos em portos distantes,
Em bares escondidos,
Em sonhos gigantes.
E a cidade vazia,
Da cor do asfalto,
E alguém me pedia que cantasse mais alto.

Quem me leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

Aquele era o tempo
Em que as sombras se abriam,
Em que homens negavam
O que outros erguiam.
E eu bebia da vida em goles pequenos,
Tropeçava no riso, abraçava venenos.
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala
Nem a falha no muro.
E alguém me gritava
Com voz de profeta
Que o caminho se faz
Entre o alvo e a seta.

Quem leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

De que serve ter o mapa
Se o fim está traçado,
De que serve a terra à vista
Se o barco está parado,
De que serve ter a chave
Se a porta está aberta,
De que servem as palavras
Se a casa está deserta?

Quem me leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?


Pedro Abrunhosa