"Já se levanta o sol no horizonte e, nos valados canta a cotovia, a cotovia ... voam em bandos a beber na fonte. E ao longe, ao longe, o sino anuncia o dia. E paira no ar uma voz que chama do fundo do tempo Ibn Mucana. Com ele aprendi a grande verdade, que o mais importante é a liberdade!" Ivone Rosa (extrato do hino da escola)
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
...retomando o ritmo!
Depois dos fantásticos acontecimentos dos últimos dias...e do animado e agradável convívio de ontem à noite na escola...hoje é um dia de "relax"...e assim vamos retomando o nosso ritmo com um renovado entusiasmado...:)
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Feeling like this...:)
...na antecipação da apresentação
dos projetos vencedores do orçamento participativo 2013...é já
amanhã...NÃO SE ESQUEÇAM!!!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Bom fim de semana a todos!
E já passou um mês desde o início das aulas...esta música é, em especial, para todos os que ainda se sentem no topo de mundo!!!
terça-feira, 1 de outubro de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
...continuação de boa semana!!!
vens ou ficas
esta cidade é só nossa
e a noite pede-nos um corpo
para continuar a viver
se vieres
vou esperar-te à estação
trarás contigo a razão
quem te ouve... e quem te vê
o encontro
será apenas o momento
no interior do pensamento
onde tudo se resolve
os segredos
são o centro de um incêndio
que arde com o silêncio
como outra noite qualquer
se me ouves
se recusas as palavras
transformamo-nos em nada ...
quase deixamos de ser
e as horas que se despedem devagar
que se afastam de ficar
que se aproximam de morrer
o que fomos
passa por nós na avenida
é um pedaço da nossa vida
que ainda quer sobreviver
vens ou ficas
eu vou estar a tua espera
por mais que a força não queira
seremos dois a decidir
João Pedro Pais
terça-feira, 5 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Mostras na Biblioteca Nacional de Portugal
A primeira, aberta até ao final do mês de fevereiro, é dedicada ao Prémio Pessoa 2012: Richard Zenith. Na ata da reunião do júri que lhe atribuiu o prémio, salienta-se o facto do autor – leitor BNP n.º 14475 – ter "posto o conhecimento acumulado ao longo de décadas ao serviço disciplinado e metódico de uma paixão". "Com lucidez, Richard Zenith é, não apenas um editor da obra pessoana, um explicador da heteronímia, mas também o grande tradutor da sua poética para a língua inglesa".
A segunda mostra, "O Livro de Jazz em Portugal – 90 anos de Swing nas Letras", patente até 22 de março, comemora a publicação, há precisamente 90 anos, da primeira edição do icónico livro A Idade do Jazz-Band. Por ocasião desta efeméride, a Biblioteca Nacional de Portugal apresenta, pela primeira vez, uma exposição integralmente dedicada ao jazz, reunindo os livros que ao longo dos últimos 90 anos (1923-2013) se publicaram em Portugal sobre este centenário género musical, abrangendo as vertentes de história, ensaio, crónica, biografia, fotografia, banda desenhada e ficção.
CIREP
sec-geral.mec.pt
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Um dia feliz para todos!
Há palavras que nos beijam, e tornam mais fortes as nossas paixões!
[Trabalho feito por duas alunas da Ibn Mucana, para a disciplina de Português]
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Quem me leva os meus fantasmas
Aquele era o tempo
Em que as mãos se fechavam
E nas noites brilhantes as palavras voavam,
Eu via que o céu me nascia dos dedos
E a Ursa Maior eram ferros acesos.
Marinheiros perdidos em portos distantes,
Em bares escondidos,
Em sonhos gigantes.
E a cidade vazia,
Da cor do asfalto,
E alguém me pedia que cantasse mais alto.
E nas noites brilhantes as palavras voavam,
Eu via que o céu me nascia dos dedos
E a Ursa Maior eram ferros acesos.
Marinheiros perdidos em portos distantes,
Em bares escondidos,
Em sonhos gigantes.
E a cidade vazia,
Da cor do asfalto,
E alguém me pedia que cantasse mais alto.
Quem me leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?
Aquele era o tempo
Em que as sombras se abriam,
Em que homens negavam
O que outros erguiam.
E eu bebia da vida em goles pequenos,
Tropeçava no riso, abraçava venenos.
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala
Nem a falha no muro.
E alguém me gritava
Com voz de profeta
Que o caminho se faz
Entre o alvo e a seta.
Em que as sombras se abriam,
Em que homens negavam
O que outros erguiam.
E eu bebia da vida em goles pequenos,
Tropeçava no riso, abraçava venenos.
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala
Nem a falha no muro.
E alguém me gritava
Com voz de profeta
Que o caminho se faz
Entre o alvo e a seta.
Quem leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?
De que serve ter o mapa
Se o fim está traçado,
De que serve a terra à vista
Se o barco está parado,
De que serve ter a chave
Se a porta está aberta,
De que servem as palavras
Se a casa está deserta?
Se o fim está traçado,
De que serve a terra à vista
Se o barco está parado,
De que serve ter a chave
Se a porta está aberta,
De que servem as palavras
Se a casa está deserta?
Quem me leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?
Pedro Abrunhosa
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?
Pedro Abrunhosa
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
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